quinta-feira, 26 de dezembro de 2013

50 Carros mais Estilosos da História Parte I


Buick Riviera - 1964-1965


Acura NSX - 1990-2005


Audi Coupe Quattro - 1980-1991


BMW 645 Ci - 2003


Lotus Elise Series 2 - 2002


Cadillac Series 62 Eldorado - 1962


Nissan 300ZX 1990-1993


Plymouth Cuda 1970-1974


Rolls-Royce Silver Spirit 1980-1989


Triumph TR6 1969-1976



        

sábado, 7 de dezembro de 2013

domingo, 1 de dezembro de 2013

Homenagem a Paul Walker

Ontem dia 30-11-2013 morreu em um acidente de carro o ator Paul Walker que tinha 40 anos e atuou em vários filmes da franquia Velozes e Furiosos, perdemos um ótimo ator, nada mais justo do que postar uma homenagem.
Descanse em paz Paul Walker.











Fonte:https://www.youtube.com/watch?v=Zm8hJEZ1dOM
                                        

sexta-feira, 23 de agosto de 2013

GP2 Series 2013 : Round 06 Germany - Race 1









                          Fonte: https://www.youtube.com/watch?v=UrJ7MLwB1oI
                          https://www.youtube.com/watch?v=3AatbmG111Q
                          https://www.youtube.com/watch?v=fF7l_HDH454
                         


Destaques do Juan Pablo Montoya da CHEEZ-IT 355 em Watkins Glen International.



                        Fonte:https://www.youtube.com/watch?v=61i_hrwb5R8

segunda-feira, 10 de junho de 2013

Dodge Charger R/T


No Brasil, o Dodge Charger R/T, foi fabricado até 1980 utilizando a carroceria do Dodge Dart como base (modelo igual ao Dodge Dart americano de 1968-1969), e adereços especiais como, Grade fontal diferenciada (diversas versões ao longo dos anos), extensões na coluna traseira (alongamento extra dando aparência de maior agressividade/esportividade), teto em vinil na mesma cor do seu acabamento interior, rodas magnum(opcionais), pneus radiais (opcionais), falsas entradas de ar no capô, motor de alta compressão e 215 cavalos de potência, faixas e interior em couro, dando um destaque único ao Dodge Charger brasileiro, e com alguns detalhes inexistentes nos modelos americanos e australianos, mas em nada semelhantes pois eram baseados na carroceria A-Body difentemente dos modelos Charger americanos originais(D-Body) além de um motor de 318 polegadas cubicas 5.2litros chamado de small block contra 383 até 440 polegadas cubicas dos americanos chamados de big block, em resumo não era de fato um Dodge Charger, o brasileiro era de fato um Dodge Dart modelo Charger. Usaram o nome Charger para promover maiores vendas com muito sucesso, pois desde a sua entrada em produção em 1971 até 1978 era o modelo de maior vendagem da linha de Dodges V8.
O Dodge Charger foi uma proposta básica do Charger R/T, mas com equipamentos básicos do Dodge Dart como calotas, pneus diagonais, bancos inteiriços, e interior em curvim, tendo todos os adereços de série do Charger R/T como opcionais: Motor de 215 cavalos, rodas especiais (opcionais), e interiores com bancos separados (mas não de couro e sim, curvim e jersey).
Em 1973 a Chrysler do Brasil passou uma denominação oficial para distinguir o Charger do Charger R/T, ganhando o sobrenome LS (luxo sport).
Em 1975 Foram fabricados apenas 55 Dodge Charger LS tornando esse modelo uma raridade extrema, existente apenas no brasil e neste ano também foi o auge(maior sucesso de vendas) da produção de Dodges V8 no país encabeçados pelo modelo Dodge Charger R/T que era o mais desejado.
Em 1979 o Dodge Charger R/T inovou no Brasil ao ser o primeiro modelo de linha regular a oferecer rodas de liga de magnésio como padrão do modelo, atualmente item muito raro e cobiçado. O modelo Charger R/T foi descontinuado em 1980 devido a pouca saída (baixa vendagem), pois o modelo de Dodge mais cobiçado e vendido na época era o modelo Dodge Magnum que foi recebido pelo público em geral como sendo mais esportivo (apesar de ser de fato o modelo mais voltado ao luxo substituto do Gran Coupé, não a esportividade).

Fonte: http://pt.wikipedia.org/wiki/Dodge_Charger
http://www.ewallpapers.eu/view_wallpaper/dodge-charger-rt-1024-768-7448.html

terça-feira, 14 de maio de 2013

terça-feira, 2 de abril de 2013

F-1: A História da Red Bull Racing


Fonte:
http://www.youtube.com/watch?v=cDMVac2nuAo
               http://www.youtube.com/user/redbullracing?feature=watch

Red Bull: F-1 2013 Season Preview


Fonte:
http://www.youtube.com/watch?v=3F_Kkoj6ukk
                   http://www.youtube.com/user/redbullracing?feature=watch

segunda-feira, 18 de março de 2013

Formula 1: Como funciona o carro de fórmula 1


Quando os franceses sediaram o primeiro grande prêmio, em 1906, o organizador do evento, o Automóvel Clube da França, nem imaginava o sucesso que essa modalidade teria no futuro. A primeira corrida contava com 32 carros, em um circuito de 100 km próximo a Le Mans e teve duração de dois dias. A velocidade média do carro vencedor, um Renault guiado pelo húngaro Ferenc Szisz, foi de 100 km/h.


A maioria dos pilotos de Fórmula 1 adquire experiência em outras modalidades do automobilismo. Na verdade, outras categorias do esporte podem ser consideradas fomentadoras para a Fórmula 1, o campo de teste no qual o piloto desenvolve suas habilidades e, se for bom o bastante, conquistará um lugar em uma das pouco mais de 10 equipes da Fórmula 1.
As corridas de Fórmula 1 são, por definição, rigorosamente regulamentadas. Regras específicas ou fórmulas definem exatamente como os carros devem ser configurados e como a corrida deve ser realizada. As regras da Fórmula 1 são divididas em duas categorias. Os regulamentos esportivos abrangem cada aspecto da corrida, do início ao fim. Os regulamentos técnicos fornecem detalhes específicos sobre os sistemas principais do carro, incluindo o motor, a transmissão e a suspensão.


 A função da transmissão é transferir toda a potência do motor para as rodas traseiras do carro de Fórmula 1. A transmissão é aparafusada diretamente à parte traseira do motor e inclui todas as partes encontradas em carros comuns: caixa de câmbio,diferencial e o semi-árvores. A caixa de câmbio deve ter um mínimo de quatro e um máximo de sete marchas. Caixas com seis marchas foram muito populares durante anos, mas, atualmente, a maioria dos carros de Fórmula 1 possui sete marchas. Também é necessária uma marcha a ré. A caixa de mudanças é ligada ao diferencial, permitindo que as rodas traseiras se movam com rotação diferente entre si nas curvas. O diferencial é conectado às semi-árvores, que transferem a potência para as rodas.­



A troca de marchas em carros de Fórmula 1 não é igual à de um carro comum, com câmbio manual. Em vez de usar um quadrante seletor tradicional para a troca de marcha em formato de "H", pilotos utilizam pequenas alavancas-pá, ou borboletas, localizadas atrás do volante. A redução é feita pela alavanca do lado esquerdo, e a troca ascendente, do outro lado. Embora sejam possíveis em carros de Fórmula 1, caixas automáticas, incluindo sistemas com sofisticados controles de arrancada não são mais permitidas. Isso ajuda na redução do custo geral do trem de força e permite que os pilotos utilizem suas habilidades na troca de marcha para brigar por posições em uma corrida.

Um carro de corrida de Fórmula 1 é definido tanto pela sua aerodinâmica como pela sua potência. Qualquer veículo que se mova em alta velocidade deve ser capaz de fazer duas coisas: reduzir a resistência do ar e aumentar a força vertical descendente gerada pela carroceria e seus anexos aerodinâmicos. Os carros de Fórmula 1 são baixos e largos para reduzir a resistência do ar. Aerofólios, difusor, placas externas e defletores laterais aumentam a estabilidade. Vamos ver cada um deles detalhadamente.




Na década de 70, engenheiros da Lotus descobriram que o carro de Fórmula 1 em si mesmo poderia ser transformado em uma enorme asa. Utilizando um projeto único de assoalho, eles conseguiram extrair o ar debaixo do carro, criando uma área de baixa pressão que puxava o veículo para baixo. O chamado efeito-solo logo foi declarado ilegal, e normas rígidas foram criadas para regulamentar projeto de assoalho. A parte de baixo dos carros de hoje deve ser plana desde o bico até a linha do eixo traseiro. Além dessa linha, engenheiros podem fazer o que quiserem. A maioria deles inclui um difusor, dispositivo localizado logo abaixo do motor e do câmbio que acelera o ar e o joga para a parte traseira do carro.



Uma das funções da aerodinâmica é fazer com que o ar se mova da maneira que desejamos. As placas externas são pequenas áreas flangeadas nas extremidades dos aerofólios dianteiros que ajudam na "captura" do ar e no seu direcionamento para as laterais do carro. Os defletores laterais, localizados logo atrás das rodas dianteiras, pegam o ar delas para criar ainda mais força lateral descendente.O resultado dessa engenharia aerodinâmica é uma força vertical de cerca de 2.500 kg. É mais do que quatro vezes o peso do próprio carro.


Uma das funções da aerodinâmica é fazer com que o ar se mova da maneira que desejamos. As placas externas são pequenas áreas flangeadas nas extremidades dos aerofólios dianteiros que ajudam na "captura" do ar e no seu direcionamento para as laterais do carro. Os defletores laterais, localizados logo atrás das rodas dianteiras, pegam o ar delas para criar ainda mais força lateral descendente.



A suspensão de um carro de Fórmula 1 tem os mesmos componentes que carros comuns. Estes componentes incluem molas, amortecedores, braços e barras estabilizadoras. O artigo Como funcionam as suspensões dos carros fornece informações detalhadas sobre cada uma dessas partes e inclui até uma seção sobre suspensões em carros de Fórmula Para simplificar, digamos que quase todos os carros de Fórmula 1 contam com suspensões do tipo braços triangulares superpostos. Antes de qualquer corrida, a equipe ajustará a suspensão para garantir que o carro possa frear e fazer curvas com segurança, mas que proporcione rapidez de resposta.


É fácil reconhecer as partes dos discos de freio encontrados em carros de Fórmula 1. A grande diferença é que os freios usados na Fórmula 1 devem fazer o carro parar a uma velocidade de mais de 320 km/h. Isso faz com que os freios se tornem incandescentes quando usados. Discos e pastilhas de fibra de carbono são utilizados para evitar o desgaste e as fissuras e melhorar o desempenho. Estes sistemas de freio, mesmo sendo leves, são extremamente eficazes quando expostos a temperaturas de até 750 °C. Orifícios em volta das bordas do disco de freio permitem que o calor seja liberado rapidamente. Os carros contam também com tomadas de ar colocadas na parte fora do cubo da roda que têm a função de resfriar os freios. Essas tomadas são modificadas conforme as necessidades de cada pista, inclusive porque os freios não devem esfriar demais, sob pena de perda de eficiência, uma característica dos freios de carbono.


Os pneus de um carro de Fórmula 1 talvez sejam a parte mais importante do veículo. Isso pode parecer um exagero, até percebermos que os pneus são os únicos componentes do carro a tocar o solo. Isso significa que todos os outros sistemas como o motor, a suspensão e os freios cumprem suas funções com o auxílio dos pneus. Se o desempenho dos pneus não for bom, o do carro também não será, independente da superioridade técnica presente em outros sistemas.

Assim como qualquer outra parte de um carro de Fórmula 1, os pneus são rigorosamente regulamentados. Pneus totalmente lisos, sem sulcos, foram introduzidos na década de 60 e usados até 1998, quando a FIA modificou as regras para reduzir a velocidade nas curvas e tornar o esporte mais competitivo. Nos carros de Fórmula 1 atuais, os pneus dianteiros devem ter de 30 a 40 cm de largura e, os traseiros, entre 35 e 40 cm. Quatro sulcos longitudinais contínuos devem circundar o pneu. Estes sulcos devem ter, pelo menos, 2,5 mm de profundidade e 50 mm de distância uns dos outros. Em condições de pista molhada, os carros podem ter pneus "intermediários" e "de chuva", que possuem banda de rodagem desenvolvida para canalizar para fora a água da superfície.


Os pneus de Fórmula 1 são feitos de componentes de borracha macia que, ao serem aquecidos, resultam em excelente aderência à pista. Na realidade, pneus de carros de corrida têm melhor desempenho em temperaturas elevadas, por isso são aquecidos antes de ficarem prontos para a corrida. O inconveniente é a pouca durabilidade. Um pneu de Fórmula 1 é feito para durar no máximo 200 quilômetros.

O controle de tração pode aumentar a vida útil de um pneu ao limitar a patinagem, principalmente sob as cargas impostas pelas curvas. Os sistemas de controle de tração utilizam sensores eletrônicos para comparar a rotação da roda com a velocidade do veículo. Se a roda estiver girando mais rapidamente que a velocidade do carro, sinal de que as rodas estão prestes a patinar, o motor é automaticamente desacelerado. O controle de tração foi permitido e proibido diversas vezes na história da Fórmula 1. Foi permitido desde o início da temporada de 2002, mas será novamente banido já em 2008.


O volante de um carro de Fórmula 1 tem pouca semelhança com o de um carro comum. Centro de comando do carro, o volante é composto de uma magnífica variedade de botões, controles e dispositivos. Durante a corrida, o piloto pode controlar praticamente cada um dos aspectos do desempenho de seu carro como, mudanças de marcha, mistura do combustível, equilíbrio dos freios e muito mais, com apenas um toque. E, o mais impressionante, é que todos esses controles estão localizados em um volante que tem a metade do diâmetro do volante de um carro comum.


As normas de segurança dizem que o piloto deve conseguir sair de seu carro, em cinco segundos, removendo apenas o volante. Para isso, o volante é montado na coluna de direção por uma conexão rápida.
A corrida de Fórmula 1 é um trabalho de equipe. Mais de cem pessoas em cada equipe trabalham para o sucesso da temporada. 





Fonte:
http://esporte.hsw.uol.com.br/formula-um.htm
http://continental-circus.blogspot.com.br/2010/05/gp-memoria-monaco-1950.html
http://www.fatosinteressantes.com.br/2012/06/uma-ideia-que-pode-dar-certo-no-mundo.html
http://esporte.hsw.uol.com.br/formula-um3.htm
http://bestcars.uol.com.br/tecprep/aero-1.htm
http://www.guardrailf1.com/2008/09/teste-do-novo-aeroflio-para-2009.html
http://carplace.virgula.uol.com.br/lamborghini-aventador-tera-suspensao-igual-de-formula-1/
http://mais.uol.com.br/mediasByTags.html?types=A&tagIds=111458&index.currentPage=1&index.orderBy=mostRecent
http://www.hsw.uol.com.br/framed.htm?parent=formula-um.htm&url=http://www.f1-country.com/f1-engineer/aeorodynamics/f1-aerodynamics.html

domingo, 24 de fevereiro de 2013

domingo, 3 de fevereiro de 2013

Fórmula 2013: Ferrari apresenta novo carro


   
          Fonte:  http://www.youtube.com/watch?v=JFvSGlMvIXQ
            http://www.youtube.com/user/f1gatecom?feature=watch
            http://www.ferrari.com

terça-feira, 22 de janeiro de 2013

quinta-feira, 17 de janeiro de 2013

Toyota Supra


Toyota Supra é um veículo esportivo da marca Toyota, de linhas agressivas e com um aerofólio para gerar sustentação negativa e dar mais esportividade ao desenho do carro. Japonês equipado com muita tecnologia, dispõe de controle de tração e uma excelente capacidade de frenagem.
O carro surgiu em 1979, com desenvolvimento baseado na plataforma do Toyota Celica, porém com algumas características próprias e que viriam mais tarde serem as responsáveis pelo sucesso que o carro alcançou. As primeiras diferenças que se notaram foram em tamanho, pois o Supra era mais comprido e largo que o Celica. Mecanicamente recebeu suspensão independente nas quatro rodas, bem como freio a disco também nas quatro.

Todavia, a mais marcante alteração em relação à plataforma do Celica ficou por conta do motor adotado, um 6 cilindros em linha e 2.6 litros, que foi o primeiro motor Toyota a receber injeção eletrônica de combustível (estamos falando de 1979!!!), desenvolvido especialmente para ele e que recebeu a designação 4ME. Esta primeira geração ficou conhecida por MA46 ou Mark I. Em 1981, ainda na sua primeira geração, um novo motor de 2.8 litros SOHC passou a equipar o carro, dando início ao processo que faria nascer a segunda geração de Supras.

Em 1982 a Toyota lança a segunda geração conhecida como Mark II e ainda sob o nome de MA61 Celica Supra, mas com uma série de novidades que só mais tarde o Celica viria a incorporar, como os faróis escamoteáveis e o aerofólio incorporado à carroceria, como o novo motor de seis cilindros e também 2.8 litros, porém com duplo comando no cabeçote (DOHC) e que desenvolvia 145 cavalos de potência, já suficientes para fazê-lo acelerar aos 100 km/h em menos de 8,5 segundos e ultrapassar a barreira dos 200 km/h. Um ano após o lançamento desta geração, o seu motor recebe mais algumas modificações, chegando aos 150 cavalos.


A terceira geração (Mark III) vem em 1986 e é que a que ficou célebre por inaugurar uma nova fase do Supra que recentemente havia ultrapassado a marca de 20 milhões de unidades! O nome Celica vai embora e o carro ganha independência total da sua plataforma. Novo trabalho no design do carro o deixa mais moderno e robusto, ainda mantendo os faróis escamoteáveis, mas com novas peças aerodinâmicas. As inovações mecânicas ficam por conta do novo motor 7M-GE de 3.0 litros de 200 cavalos que um ano mais tarde (1987) seria o primeiro carro da montadora ter um motor turbo (chamado de 7M-GTE), responsável por 233 cavalos.

Mas a "brincadeira" não parou por aí, fazendo com que a palavra de ordem dentro da Toyota passa-se a ser "performance", tanto que em 1987 o carro passa a ser o seu primeiro veículo a ser equipado com ABS. Em 1990 mais alterações e mais um novo o motor (1JZ-GTE) de 6 cilindros, 2.5 litros e desta vez bi turbo, gerando 280 cavalos e já capaz de levar o Supra aos 250 km/h com limitador eletrônico de velocidade.

Fonte: http://pt.wikipedia.org/wiki/Toyota_Supra
 http://www.blogportalvt.com/2012/09/18-oficina-de-tuning-toyota-supra.html




quinta-feira, 3 de janeiro de 2013

A História da Stock Car Brasileira


Foi criada em 1977 para ser uma alternativa à extinta Divisão 1 (D1), que corria com as marcas Chevrolet (Opala) e Ford (Maverick). Isso ocorreu pelo desinteresse do público e dos patrocinadores por se tornar uma categoria monomarca, dada a superioridade dos modelos Chevrolet. Para que isso não ocorresse, a General Motors criou uma nova categoria, que unia desempenho e sofisticação. O nome foi um golpe de mestre, pois além de emular o nome da famosa categoria americana, a NASCAR, desviava a atenção da marca única.

A primeira prova ocorreu em 22 de abril de 1979, no Autódromo de Tarumã, no Rio Grande do Sul. A criação da categoria foi a melhor resposta a um antigo anseio de uma comunidade apaixonada por carros de corrida, ou seja, uma categoria de Turismo que unisse desempenho e sofisticação.
O regulamento foi criado para limitar os custos, procurando equilíbrio, sem comprometer as performances dignas das competições internacionais. A primeira edição contou com a presença de 19 carros, todos do modelo Opala com motores de seis cilindros de 4 100cm3. A pole position da estreia foi do carioca José Carlos Palhares, o Capeta. com o tempo de 1min 23s 00. A prova foi vencida por Affonso Giaffone.


O dia 22 de abril de 1979 pode ser considerado um marco na história do automobilismo brasileiro. Nesta data aconteceu a primeira prova do Campeonato Brasileiro de Stock Car, realizada no Autódromo de Tarumã, no Rio Grande do Sul. A criação da categoria foi a melhor resposta a um antigo anseio de uma comunidade apaixonada por carros de corrida: uma categoria de Turismo que unisse, para os padrões da época, desempenho e sofisticação.
Um regulamento foi criado para limitar os custos, procurando equilíbrio, sem comprometer as performances dignas das competições internacionais. A primeira prova contou com a presença de 19 carros, todos do modelo Opala com motores de seis cilindros. A pole position da estreia foi do carioca José Carlos Palhares, o Capeta. Ele fez o tempo de 1min23s00. A prova foi vencida por Affonso Giaffone.
Na época, Ingo Hoffmann retornava ao automobilismo brasileiro depois de uma passagem pela Fórmula-1, onde defendeu a equipe Copersucar-Fittipaldi. O piloto, doze vezes campeão da Stock, passou a dominar a categoria no final da década de oitenta, quando conquistou os títulos de 1989 a 1995.
Nestas temporadas tivemos um sem número de ultrapassagens, grandes duelos e festas repletas de emoção. Nesses anos todos, foram centenas de corridas pelos autódromos do Brasil. A grande consagração da categoria foi em 1982, quando duas provas foram realizadas no Autódromo de Estoril, em Portugal.


Ingo Hoffmann possui 12 títulos da Stock Car.

Na época, o piloto retornava ao automobilismo brasileiro depois de uma passagem pela Fórmula 1, onde defendeu a equipe Copersucar-FittipaldiIngo Hoffmann, doze vezes campeão da Stock, passou a dominar a categoria no final da década de oitenta, quando conquistou os títulos de 1989 a 1995.
Nestas temporadas aconteceu um grande número de ultrapassagens, grandes duelos e festas repletas de emoção. Nesses anos todos foram centenas de corridas pelos autódromos do Brasil. Em 1982 duas provas foram realizadas no Autódromo do Estoril, em Portugal.
Em 1987 ocorreu a primeira grande mudança da Stock Car. Com a mudança de apoio da GM na organização, foi adotado uma carenagem, criada e montada pela fabricante de carrocerias de ônibus Caio, que era inserida em cima do chassi do Opala. O carro ganhava na aerodinâmica e no desempenho, ficando muito parecido com um protótipo, mas sem a marca da GM. Os equipamentos de segurança ficam mais sofisticados.

A GM volta a investir pesado na categoria em 1990, passando a organizar e construir em sua fábrica um protótipo monobloco.
Sem grande apelo do público e perdendo espaço para categorias mais baratas bancadas por outras montadoras, a categoria passa por nova transformação em 1994, quando é adotado como veículo o Omega de rua, adaptado para competição. Numa estratégia de marketing e para diminuição de custos, as corridas passam a ser realizadas em rodadas duplas com a Fórmula Chevrolet, num evento chamado Chevrolet Challenger, cujos ingressos eram gratuitos e distribuídos nas concessionárias de veículos da marca.


A partir de 2000, a Stock Car entrou em uma nova era. Com administração da Vicar, a categoria passou a se profissionalizar, dentro e fora das pistas, dando os primeiros passos até se tornar a principal categoria do automobilismo nacional. A parceria com a Rede Globo também impulsionou o sucesso da Stock Car, que passou a atrair mais pilotos, equipes e patrocinadores. Com isso, o evento tornou-se uma importante ferramenta de marketing de relacionamento para as mais de 90 empresas envolvidas.
A temporada de 2005 também entrou para a história da Stock Car. Além de a categoria ter se tornado multimarca – pela primeira vez os Mitsubishi-Lancer correram ao lado dos Chevrolet-Astra, no dia 30 de outubro, 40 carros da Stock Car V8 realizaram uma inédita etapa fora do Brasil, valendo pontos para o campeonato. Foi uma rodada ao lado da TC2000, a principal categoria argentina que no mês de julho tinha corrido em Curitiba. O Autódromo Oscar Gálvez recebeu um público de 70 mil pessoas. Giuliano Losacco foi o vencedor da prova com Mateus Greipel em segundo e Luciano Burti em terceiro lugar.
Em 2006, além de a corrida da Argentina ter sido mantida no calendário, a Stock Car V8 recebeu a terceira marca. O Volkswagen-Bora passou a ser a carenagem de dez carros da principal categoria do automobilismo da América Latina. O veterano Ingo Hoffman venceu a última etapa do ano em Interlagos e completou cem vitórias na carreira. O piloto Cacá Bueno conquistou seu primeiro título na categoria, após três vices-campeonatos seguidos.
O ano de 2007 ficou marcado pela concretização de um sonho: a entrada da quarta marca, a Peugeot com seu 307 sedan. Além disso, a Stock Car ganhou um novo nome. Nasceu a Copa Nextel Stock Car com uma premiação milionária: R$ 3,5 milhões em prêmios distribuídos para as três categorias ao longo da temporada. A Nextel, patrocinadora oficial do evento, também introduziu o Prêmio Velocidade para o piloto que fizesse a volta mais rápida. Cacá Bueno sagrou-se bicampeão da categoria com uma etapa de antecedência em uma temporada emocionante.

Dois mil e oito ficou marcado pela realização da Corrida do Um Milhão de Dólares, premiação inédita no automobilismo nacional. Visando a segurança, o grid de largada teve uma diminuição no número de participantes, passou de 38 para 34 carros alinhados. Outra novidade foi a chegada da Goodyear como fornecedora oficial dos pneus da Copa Nextel Stock Car, que até 2007 eram fornecidos pela Pirelli. Ricardo Maurício sagrou-se o grande campeão, Marcos Gomes disputou o campeonato até a última etapa e terminou como vice.


E, 2009, a implantação do novo carro foi o destaque da Copa Nextel Stock Car. O modelo JL G-09 representa muito mais tecnologia, competitividade e segurança para a principal categoria do automobilismo nacional. Outra novidade foi a participação de apenas 32 carros no grid de largada, ou seja, a participação de apenas 16 equipes na divisão principal, dando ainda mais importância aos seus participantes.
Em 2010 a categoria inicia sua 32ª temporada cheia de novidades. Novo motor com injeção eletrônica Bosch, utilização do etanol Esso como combustível, do novo pneu da Goodyear e do push-to-pass, para tornar as provas ainda mais emocionantes na parte técnica. A competição também tem nova assinatura, passando a se chamar Copa Caixa Stock Car, reforçaram as mudanças feitas nos últimos anos e que têm contribuído para manter a Stock Car como uma das melhores disputas do mundo.

Fonte: http://pt.wikipedia.org/wiki/Ficheiro:Stock_Car_Brasil_1988_Chevrolet_Opala_Ingo_Hoffman.jpg 
   http://stockcar.globo.com/index.php/historia-stock-car/
 http://pt.wikipedia.org/wiki/Stock_Car_Brasil